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A CASA DA OMA

Ponto de Vista de Cícero Pedro de Melo (Poeta, escritor)

Tenho imenso orgulho em apresentar a primeira obra infanto-juvenil da escritora Andréa Gustman Gomes. Quando nos rendemos à capacidade e ao talento de um escritor e procuramos analisar o que este trabalho tem de interessante para fortalecer o nosso intelecto, somos invadidos por um sentimento de grande satisfação.  “A CASA DA OMA” é uma escrita inspirada na vivencia e na imaginação da autora e é transmitida de forma clara, objetiva e estimulante. Através de uma linguagem rica e com todo o glamour, Andréa levará os leitores a um retrospecto da infância ou a conhecer a belíssima cidade de Pomerode. Para o leitor cabe deliciar-se com esta linda história. Todo trabalho intelectual é fruto de muita dedicação. Então saibamos cantar-lhe em êxtase! Nossas obras são extensão, belas e úteis com uso da razão e dos sentimentos que alegram e contagiam o corpo e a mente.

Ponto de Vista de  Comendador Fabio Ramos (Poeta, escritor)

A CASA DA OMA, um misto de emoções, história, alquimista das letras, sonhadora que abraça as palavras e viaja pelo infinito sentido de cada união de letras ímpares em significados misteriosos que acompanhará a autora por toda a eternidade.  Nas mãos papel e caneta, tomam as palavras e dança um ritual em meio ao abstrato, recordações, detalhes que podem ser sentidos ao viajar pela obra de Andrea, que faz a razão sentir e a emoção pensar, e nos caminhos mais incertos torna-se personagem de uma história qualquer, criação infinda, sem limites por onde a mente, a emoção de cada um os levar.  A Casa da Oma eterniza em si a pluralidade de uma “menina” sonhadora, dedicada desde criança pela graça das palavras, uma viagem a cada linha, a oportunidade de sentir correr nas veias e na alma, as emoções sentidas fora do próprio peito, tem essa artista, a missão de transmitir e levar o seu leitor à caminhos diferentes lendo as mesmas linhas, pura magia do conto da poesia, a liberdade de ser o que quiser, sentir como quiser. Quem dera a vida fosse cada história contada e vivida na Casa da Oma.  Entrar na magia de “A CASA DA OMA” levará a diversos mundos pela alma de cada ser humano, segredos, emoções, sensações, visões singulares que ganham infinitos significados no encontro de cada obra com a emoção de quem as lê. Eis a magnitude desta obra, a certeza de uma viagem sem sair do lugar, visitar a razão e a emoção em todos os momentos que desejar, e fazer desta leitura, um tempo indescritível por caminhos que só quem ler poderá seguir.  Escolha o caminho, prepare-se para sentir, sinta, viva, emocione-se, deleite-se, e por fim, eternize a obra em seu próprio ser.

Ponto de Vista de  Karol Pinto (Jornalista, assessora de imprensa)

Foi com um imenso prazer que recebi o convite da escritora Andréa Gustmann para apresentar aos leitores este livro, que descreve com propriedade a Pomerode de outrora, em contraste com a de hoje. Andréa assumiu um compromisso nas primeiras páginas, um dos maiores desafios que aqueles que amam a escrita podem pretender atingir com sucesso: escrever com o coração, conduzir o leitor, repassar ideias de lugares, construir cenários, exalar aromas, aguçar gostos, emitir conceitos sem descontextualizar histórias. Um questionamento a motivou no início do livro: “Como falar de um pescador sem que seja possível sentir o cheiro do peixe ou da maresia? ”. E ela falou-nos. Respondeu em cada linha a pergunta que fez a si. Presenteou-nos com propriedade com um enredo envolvente, que prende do início ao fim. Em suas palavras, tateei as escamas do peixe, vi a viscosidade em seus olhos, segurei-o trêmulo em minhas mãos. Fui, na companhia deste livro, pescadora. Senti como se estivesse sentada com minha vara de pescar frente a uma lagoa, a mesma que ilustra a casa da Oma e em que Anne se divertia ao lado do seu pai ou aprontando peripécias. O carinho com o qual a escritora construiu cada parágrafo deste livro, faz com que nós leitores exercitemos empatia em seu mais puro conceito. É possível compreender seus sentimentos, captar suas emoções e colocarmo-nos em seu lugar, em cada um dos cenários que ela relembra em sua obra. Em uma Pomerode única, que carece de referenciais bibliográficos, Andrea transcendeu sua missão, associando literatura materializada num conto, com um resgate histórico leve, de fácil leitura e compreensão, despertando o sentimento de gratidão em todos aqueles que se deleitam com esta leitura. Por fim, resta-nos aguardar a continuidade das vivências de Anne. Pois, com toda certeza, assim como sobrava amor e simplicidade na Casa da Oma, restou também vários enredos e motivações para que a história não termine ao findar deste livro.

Ponto de Vista de  Maicon Keller (Professor de história, ator profissional de teatro)

Nascida como uma flor em meio ao Vale do Itajaí, em Santa Catarina, a cidade de Pomerode é vivida pela personagem Anne em toda sua intensidade e vida cultural. Andréa Gustmann Gomes mostra Pomerode de hoje e de outro tempo passado. Estes tempos se misturam evidenciando a preservação cultural-histórica e o mundo moderno. “Um povo sem história, é um povo sem identidade”, já dizia o filósofo Michel Foucault. A preservação histórica, na qual Anne vive diariamente na casa da Oma, é a identidade do povo pomerodense. Identidade esta, que é segurada com unhas e dentes não permitindo que os padrões econômicos globalizados destruam nossa história e cultura. “A Casa da Oma” é um convite a entrar na residência da Oma e do Opa. Estamos numa casa que Andrea nos faz viver o cotidiano de Anne e sua família. Conhecemos a casa, o jardim, o sótão, a varanda e toda a ternura de uma família cuja intensidade de vida transborda e nos traz a ansiedade de descobrir os próximos capítulos das histórias de “A Casa da Oma”.

Ponto de Vista de  Moara de Oliveira Gustmann (Arte educadora, ilustradora)

Quando recebi o convite para ilustrar o livro "A Casa da Oma" logo percebi que este trabalho marcaria a minha trajetória profissional. A proposta era de retratar o cotidiano e esse foi o espírito que a autora procurou passar nas muitas horas de ajustes e quando tudo ainda era um rabisco ou um traçado em folhas de papel. A proposta era de atribuir significado e um olhar diferenciado a cenas muito comuns para que as pessoas pudessem se sentir envolvidas pela história. Foram muitas conversas, troca de ideias e esboços até chegar ao resultado final. Adorei criar os desenhos e fazer parte desta obra formidável. É um privilégio falar desta escritora talentosa, que em sua obra "A casa da Oma" nos leva ao mundo de Anne. A história nos mostra a sensibilidade e a grande imaginação das crianças. A família como núcleo e referência apresenta papel importante na vida da pequena Anne.  A história ressalta a todo momento o quanto é gostoso estar em família. A vida simples que muitos avós ainda levam, alheios as tecnologias que as crianças e jovens estão ligadas, o contato com os animais, uma vida simples e saudável, evocando em cada um de nós sensações e emoções de acordo com nossa história de vida. Andrea escreve de forma leve e descontraída, nos convidando a entrar no seu universo, fazendo-nos devorar cada página. Ela dialoga com o leitor como se fossem velhos amigos convidando-os a entrar em seu mundo, fazendo a imaginação fluir. Uma experiência literária surpreendente!!! Andréa ganhará o mundo com seu talento, determinação e suas boas histórias. Ela certamente ultrapassará fronteiras. É uma honra fazer parte de tudo isso: da casa da Oma, do mundo mágico de Anne, das histórias de Andréa.

Ponto de Vista de  Neida Rocha (Poetisa, escritora)

A infância na cidade de Pomerode, no interior de Santa Catarina é igual a tantas outras infâncias pelo Brasil a fora. Só que não, pois Pomerode tem características diferentes da maioria das cidades brasileiras. O dia a dia de uma menina na cidade mais alemã do Brasil tem características singulares e a primeira delas é o fato de que na cidade, parte das pessoas de mais idade falam a língua pomerana. Isso, somado ao imaginário de uma menina, surge a “Casa da Oma”. A pequena Anne revive o dia a dia na Casa da Oma, onde mora com os avós, pais e tia. Ela narra a simples rotina, transformando em poesia o ritual de cortar o trato para alimentar os animais, e o som da voz da Oma transforma-se em música quando na língua alemã, chama pelo nome, as vacas e essas que parecem entender, dirigem-se ao encontro da sua cuidadora, para alimentarem-se. “A Casa da Oma” fornece subsídios para que o leitor volte a ser criança, queira ter uma casa na cidade ou até mesmo ter uma oma em sua vida. Anne, no coração de Andrea, ganha vida, fundindo a infância de ambas, em um misto de lembranças e imaginação, levando essa magia de elementos ao imaginário de seus leitores.

Ponto de Vista de  Scheila Maas (Mestre em Educação, professora de Língua Portuguesa, revisora de texto e conteúdo)

Você já imaginou ter a possibilidade de voltar ao passado, mais especificamente, à sua infância e poder reviver os melhores momentos? E tudo isso sem máquina de teletransporte nem qualquer outra parafernália mirabolante? Pois foi justamente isso que eu vivi ao ler “A casa da Oma”. Eu me senti de novo criança. Na verdade, nem era mais a pequena Anne a protagonista. Era eu!! As lembranças que foram tão cuidadosamente selecionadas pela autora Andréa Gustmann Gomes me fizeram reviver momentos especiais! Os cheiros, os gostos, as crendices, toda a magia que fizeram de mim a pessoa que sou. E se sou o que sou hoje, muito disso devo à minha saudosa Oma Hedwig, que cuidou de mim com tanto amor e carinho enquanto meus pais estavam empenhados na labuta diária. Preciso confessar que quando cheguei na parte em que a Oma de Anne chama as vaquinhas, ouvi a minha Oma!!!! Era bem assim mesmo! As experiências que tive com ela certamente me marcaram profundamente e, apesar de saber que o tempo não volta, gostaria que meus futuros filhos pudessem viver as mesmas coisas que vivi, ou pelo menos parte delas. As brincadeiras junto ao pasto, à bicharada, a vida mais simples, nada hi-tech, sem luxos, mas que com a nossa imaginação fértil fazia tudo ser mais colorido! Gostaria do fundo do meu coração que vocês pudessem sentir a mesma emoção que tive ao ler este livro! Mas, se esta não tiver sido parte da sua história, aproveite-a, sinta-a na pela da menina Anne, porque com certeza as crianças olham o mundo através de lentes mais limpas e menos cansadas que as nossas. Encante-se pela vida simples desta que é a melhor cidade pra se viver!

Ponto de Vista de  Urda Alice Klueger (Escritora, historiadora e doutora em Geografia)

Neste livro que parece sair de um conto de fadas, Andréa Gustmann Gomes traz à revivência de todos a felicidade de sua infância, menina de cidade grande que desembarca na pequena Pomerode para passar as férias na Casa da Oma – casa da sua avó, onde vive uma vida encantada, vida de criança de grande sensibilidade, atenta a tudo. Com rara maestria, consegue trazer para a vida adulta (o livro não é infantil, embora as crianças em geral irão gostar muito dele) aquele encantamento que poderia ter se perdido com o tempo, com a vida corrida, com a sociedade de consumo, com as notícias dantescas que os meios de comunicação colocam dentro das nossas casas no dia a dia.  Andréa, fiel à beleza e à pureza daqueles dias, fixa-a num livro que a gente não quer que acabe, e fica muito claro para mim como esse livro ficou “cozinhando” dentro dela desde que cresceu e viu os tempos de criança irem se afastando. O resgate que agora faz é uma joia única, o que torna também único esse livro que vem enriquecer não só a literatura brasileira, como também os estudos de História dos núcleos coloniais do sul do Brasil. Parabéns, Andréa, por ter persistido e estar trazendo esse livro à luz! Que seja o primeiro de muitos! Desejo grande sucesso!


 


Todos os direitos reservados a Andréa Gustmann Gomes. Os textos podem ser copiados, desde que citado o nome da autora.

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